Dia Especial

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“Eu sei que não é sempre que a gente encontra
Alguém que faça bem e nos leve desse temporal”

(Dia Especial – Pouca Vogal)

O mundo é assim grandão, tem gente a beça nele, mas de vez em quando alguns encontros maneiros fazem a gente sorrir. De graça, mesmo. Por nada. Algumas conexões acontecem de um jeito tão forte que é impossível fingir que nada está acontecendo. Então resolvi deixar registradinho aqui. Que o temporal passou, e a culpa foi sua. Obrigada 🙂

Não é segredo, não!

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Eu acredito na Lei da Atração. Muito. Procuro seguir os princípios todos. Muitas vezes ouvi que na verdade nem preciso acreditar nela, porque ela não depende da minha crença para continuar existindo e atuando. Concordo. Acontece que, às vezes, surge diante de nós uma prova inegável de como o lance todo funciona muito melhor quando trabalhamos a favor dela e é impossível não ficar boquiaberta.

Duas pessoas conversavam, uma defendendo a lei, a outra dizendo que aquilo tudo era bobagem. Não interferi, não opinei, apenas ouvi, pois seria mal educado me enfiar na conversa, mas ao mesmo tempo não havia como sair do local onde estávamos.

Conheço um pouco as duas pessoas, mas não sabia de suas crenças. Mas a diferença entre as duas é gritante. Diferença de atitude, de prosperidade, de perspectiva de vida. A forma de encarar a vida é evidentemente diferente também.

Quem vive de acordo com a lei e utilizando-se da boa frequência a seu favor o faz de forma impressionantemente eficaz e próspera. Quem não acredita, classifica como bobagem e desdenha, colhe os frutos. Frequência errada, meus amigos.

É exercício diário esse ajuste de frequência. É algo que trabalhamos sem parar, até que passamos a fazer sem pensar, naturalmente. O Universo responde prontamente, com sintonia, sincronicidade e amor.

Manter a vida organizada transmite ao Universo a frequência da organização, e recebe isso de volta. O caos nos desequilibra, enquanto quando o nosso redor está confuso, a vida se torna também confusa. É a Lei. É física.

Direto de 2005

“Vai, me conta dela”, eu pedi.
Ele ficou um pouco sem graça. Será, afinal que eu ainda tinha intimidade o suficiente para perguntar assim, de forma tão direta, sobre a nova namorada dele?
“Ela é bonita. Carinhosa, romântica…”, ele disse
“Tá, tá” interrompi  “Agora tira ela do pedestal onde você coloca todas as suas garotas e me diga como ela é realmente”
Ele sorriu. Ficou calado um tempo.  “Você sabe que é uma das poucas que ainda ocupa lugar nesse pedestal, não é?”
“O plural na sua frase é o que me incomoda, sabia?”
Rimos… Juntos… Como sempre…
Tão bom perceber que um tempo separados não muda nada. Absolutamente nada…

Recíproco

Num mundo ideal tudo sempre caminharia em perfeita sincronia. No real, estamos destinados ao descompasso. É quase injusto. Alguns encontros devem mesmo permanecer no mundo das ideias, perfeitos, intocáveis, idealizados. Meu único consolo é que assim posso moldar tudo da forma que eu quiser. Definir teus gestos e falas, antever reações e respostas. É seguro, não corro riscos. Você será o que eu quiser que você seja. Era recíproco, você ousa dizer. Eu sempre soube. Eles sempre vem em vias de mão dupla, não é assim? Os sentimentos. Ainda assim é bom ouvir, saber. De qualquer forma, cabe a mim agora o silêncio. It´s your turn.

“…Oh don’t talk of love” the shadows purr

Murmuring me away from you

“Don’t talk of worlds that never were

The end is all that’s ever true

There’s nothing you can ever say

Nothing you can ever do… “

Still every night i burn

Every night i scream your name…”

(The Cure – Burn)