Não é segredo, não!

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Eu acredito na Lei da Atração. Muito. Procuro seguir os princípios todos. Muitas vezes ouvi que na verdade nem preciso acreditar nela, porque ela não depende da minha crença para continuar existindo e atuando. Concordo. Acontece que, às vezes, surge diante de nós uma prova inegável de como o lance todo funciona muito melhor quando trabalhamos a favor dela e é impossível não ficar boquiaberta.

Duas pessoas conversavam, uma defendendo a lei, a outra dizendo que aquilo tudo era bobagem. Não interferi, não opinei, apenas ouvi, pois seria mal educado me enfiar na conversa, mas ao mesmo tempo não havia como sair do local onde estávamos.

Conheço um pouco as duas pessoas, mas não sabia de suas crenças. Mas a diferença entre as duas é gritante. Diferença de atitude, de prosperidade, de perspectiva de vida. A forma de encarar a vida é evidentemente diferente também.

Quem vive de acordo com a lei e utilizando-se da boa frequência a seu favor o faz de forma impressionantemente eficaz e próspera. Quem não acredita, classifica como bobagem e desdenha, colhe os frutos. Frequência errada, meus amigos.

É exercício diário esse ajuste de frequência. É algo que trabalhamos sem parar, até que passamos a fazer sem pensar, naturalmente. O Universo responde prontamente, com sintonia, sincronicidade e amor.

Manter a vida organizada transmite ao Universo a frequência da organização, e recebe isso de volta. O caos nos desequilibra, enquanto quando o nosso redor está confuso, a vida se torna também confusa. É a Lei. É física.

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Dele

“…– Camila?
– Hmmm oi. Tava aqui fazendo as contas.
– Hein?
– As contas. Me perdi nos pontos, sou um verdadeiro lixo em matemática.
– A conta do bar?
– Não, a minha.
– Como assim?
– Eu sou uma máquina de pinball.
– Ah…
Ah?
– Tem que apertar os botões certos na hora certa pra ganhar?
Sim!
– Sim! Meu deus, você entendeu.
– Entendi.
– Quer casar comigo?
– Que horas?
– Agora. (…)
Quando acordei e olhei pra ele, acendeu uma luzinha que eu achava estar queimada. Vai ver era só mau contato. Plim. Eu sorria como uma Barbie. Não fumei nenhum cigarro, não tomei nenhuma bola. Almocei salada. Meu computador travou 34 vezes, o ventilador estragou, a internet estava lenta e eu estava com o torcicolo do mal. E a luzinha lá, firme. Não preciso de comida, não preciso emagrecer, não preciso de dinheiro, nem de cigarro, nem de vódega, nem de anfetaminas. Não preciso trabalhar nem pagar o aluguel nem a luz nem a água nem o Speedy. Não preciso de lentes novas, amaciante, margarina ou um corte de cabelo. Eu preciso dele.”

(Clarah Averbuck – Máquina de Pinball)

Again, and again…

“Existe aqui uma mulher
Uma bruxa, uma princesa
Uma diva, que beleza!
Escolha o que quiser
Mas ande logo
Vá depressa
Nem se atreva
A pensar muito
O meu universo
Ainda despreza
Quem não sabe
O que quer…

Meu coração
Eu pus no bolso
Mas apareceu um moço
Que tirou ele dali
Não!
Isso não é engraçado
Um coração, assim, roubado
Bate muito acelerado…

Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração
No bolso…”

(Ana Cañas – Devolve, moço)